O carioca Danilo Caymmi, um dos mais importantes compositores de sua geração e caçula de uma talentosa família musical, está lançando seu novo álbum, “Alvear”. O trabalho, considerado pelo próprio Danilo o mais autoral da sua carreira, reúne as suas referências musicais, importantes participações e pela primeira vez traz o músico não só cantando, mas também tocando flauta e assinando os arranjos das 13 faixas que compõe o disco, sendo 11 inéditas.
Autor de oito trabalhos solo entre inúmeras participações, nesse novo álbum Danilo Caymmi mantém a tradição de trabalhar com a família e conta com a participação da irmã Nana na faixa “Retirança” e da filha Alice nas composições de “Arabesco”, “Presente” e “Painel”. Confira abaixo uma entrevista exclusiva que a JB FM fez com o músico, onde ele fala sobre “Alvear” e conta sobre algumas de suas parcerias.
Para gravar o CD, você ouviu músicas que fizeram parte da sua formação, como os flautistas Bud Shank e Sam Most e a cantora Susan Tedeschi. Como essas referências influenciaram no trabalho?
Pela primeira vez trabalhou em todas as partes do álbum, seja nos arranjos das músicas ou tocando flauta e compondo. Esse seria seu disco mais autoral?
No que esse trabalho se diferencia dos anteriores?
Você está há alguns anos sem lançar um trabalho de inéditas. Como foi o processo de composição desse álbum?
Três faixas contam com a parceria da sua filha, Alice Caymmi. É a primeira vez que vocês compõem juntos? Como surgiu a parceria?
A faixa “Un Air Embaumé” foi feita para sua mãe. Conte um pouco sobre essa composição
Você sempre realizou diversas parcerias bem sucedidas. Em “Alvear”, o maestro Flavio Mendes aparece nos arranjos da maioria das faixas. Como aconteceu essa parceria?
Existe algum plano de realizar uma turnê para divulgar “Alvear”?
Várias músicas de sua autoria fizeram parte de trilhas sonoras de novelas e minisséries. Em seu novo CD “Avear”, a faixa “Canção do Amor Rasgado” foi incluída na trilha da novela “O Astro”. Qual a importância de ter uma música executada em horário nobre?
Por Paula Pereira









